Trabalho desde os meus 13 anos. E nunca tive problemas com isso ainda mais pois me orientou muito à minhas escolhas profissionais, e aqui entra a escolha do meu curso. Por mais que eu seja uma veterinária frustrada, desde pequena soube que jamis trabalharia com saúde, sangue estas coisas. Quando pequena me perguntavam o que eu queria ser quando crescesse e depois de dizer as clássicas que toda a menina diz, havia este porém, o que não podia ter sangue. E isso é fato. E depois de grande sempre soube que não trabalharia em agência de publicidade. A questão do meu amor aos bichanos tentei resolver sendo cachorreira e destas protetoras vonluntárias anônimas que tentam ajudar estes cuscos desfavorecidos que padecem ruas afora, mundo afora. A da publicidade foi mais fácil, afinal o mundo da comunicação é de uma amplitude tremenda em que agência de publicidade apenas faz parte.
Sei que entre os vários trampos que tive, me dediquei a maior parte à moda, trabalhando em boníssimas agências de modelos, como a Marilyn e atualmente voltei pra Ford. Mercado estranho, cheio das onze horas, mas que já estou acostumada e conheço bem. Ano passado, no período que estava me dedicando a full à faculdade e me dei ao luxo de trabalhar free, prestei serviço prum cliente, da área da moda. Empresa bacana. Seria, não fosse o ambiente. Sócios que se bicam, falta de fluxo comunicacional (orientação bola de cirstal) e entre outros problemas graves, o azedume. Minha vó Helena diria que é falta de educação. Concordo. Por que é de bom tom um obrigado e um bom dia (ao menos, afinal, ninguém dormiu junto -ao menos eu) faz parte da educação e bons modos. Aquilo que vem de berço, de casa, da cultura familiar. E isso me incomodava. Não as outras barbaridades. Mas o bom dia. As pessoas se encontravam no café (ao menos delicioso, feito por mãos entendidas e free) pela manhã e nem se olhavam. Não emitiam um resmungo. Nada! Nossa, isso me incomodava tanto. Como boa analisadora humana, percebí que era uma questão vertical, de cima para baixo. Ou seja, a cultura organizacional estimulava isso (estranho, muito estranho Senhor Watson...). Sei que nem com café bom e grátis tive intenção de aceitar o convite de seguir por lá. É fato. Não consigo trabalhar com azedume e grosseria transpirando numa equipe.
#prontofalei
Ah, se você quer ajudar os bichanos, mesmo sem tirar a bunda do sofá, sem problema. Quer ajudar? Pergunte-me como!
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