terça-feira, 20 de abril de 2010

pertinências e impertinentes

-Momento merchã #01: acessa aqui e confere o trabalho da Fulô Produções e da Vó Helena:


- Momento merchã #02, rolou no capítulo de hj da soap Viver a Vida, qdo no rala e rola com o Casagrande (o Carlos, não o Walter), Camila Morgado lembrou de puxar a Jontex para `a coisa rolar mais descontraída`.

Viver a vida na responsa

Ponto. Já ameniza 0 incentivo explícito ao consumo de álcool que a novela traz: comemora-se com muita espumante e o garanhão Marcos (José Mayer) sempre se serve de um drink que não parece água. Poderíamos abordar diversas questões, mas o que efetivamente me incomoda, não no sentido merdalógico, mais precisamente na confusão `moral-legal`, chamemos assim. Sem grande dialética, muitíssima apropriada à situação, pontuo aqui alguns causadores desta dubiedade freak quanto ao consumo de bebida alcóolica. É pra Heleninha e Renata (personagens de Renata Sorrah, em Vale Tudo e Bárbara Paz na Viver a Vida, respectivamente) alguma colocar defeito :

> Legalmente a venda e consumo de bebidas alcóolicas só pros `de maior` de 18 anos;

> Comercial de cigarro não pode. Bebida sim, desde que respeitando algumas regras éticas, como além de não mostrar consumo, usar apenas modelos, figurantes e atores terem e aparentar mais de 25 anos (macroambiental que causou um mexe nas agências de modelos que foram obrigados a dar atenção a casting nesta faixa etária) e veicular entre as 21:30 e as 6h (mídia fique tranquilo, que ainda dá para pôr no último capítulo da novela 3);

> Em todas pode, a Devassa, nem tão devassa assim, não pode;

> Mas a minha pulga maior, versão de Itú, é como que os modelos de 18 a 25, maiores e que podem consumir bebidas, não podem ganhar dinheiro atuando no segmento, mas uma bebida pode patrocinar eventos com foco em jovens, como o Planeta Atlântida, que leva patrocínio da Nova Schin e que tem um circulação imensa de menores. Muitos menores.

O maior festival do planeta: de dia e para maiores de 12

Fato é que uns com tanto outros com tão pouco...

- Por falar em agência de modelos, comecei a trampar no segmento, atuando numa das sonho de consumo de qualquer aspirante a Gisele. Depois de quase dez anos nas agências Ford e Marilyn, fiquei os últimos três anos fora me dedicando a faculdade, e nesta semana rolou o capítulo 'o bom filho a casa torna'. Delícia pura, mas em pouso dias já percebo algumas coisas lamentáveis, nem tão glamourosas assim e que me deixaram bege (nude, numa versão fashion). Uma é que tem uma concorrência bizarra na área. Obviamente nada de dar medo, além de uma ou outra incomodação que o excesso de aventureiros e picaretas no meio promovem. Outra é que ainda tem cliente que segue com a rasgada de que só tem aquela merreca de cachê pro modelo. Na prática, a maioria tá forrando os bolsos: a produtora, a agência, o diretor. Mas o modelo, criatura que por vezes ajuda a definir no PDV se o consumidor compra a marca tal ou a do lado na gôndola, este ente que amanhã não vai poder estar na concorrência fotografando ou filmando, e que tá alí estritamente para vender mais e mais do tal produto, para este ser, a produtora de elenco diz `só tem tal cachê`. No Rio Grande do Sul, referência mundial de modelos de primeira linha e casa de uma publicidade de categoria respeitada por estes campos afora, até maquiador fatura mais. Tsc, tsc, tsc, lastimável.


Carinhas de gato e coração de leão: eu e Kiko, nas pick-ups da Ford

> Você viu: o filme da CEF que veiculou nesta 2ªf, Dia do Índio?
> Bookmaker da semana: a culpa foi da CEEE ou da PMPA???
> Enquete da semana: o Vaticano têm equipe de gestão de crise?

#nowplaying Baby do Brasil

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