

Viver a vida na responsa
Ponto. Já ameniza 0 incentivo explícito ao consumo de álcool que a novela traz: comemora-se com muita espumante e o garanhão Marcos (José Mayer) sempre se serve de um drink que não parece água. Poderíamos abordar diversas questões, mas o que efetivamente me incomoda, não no sentido merdalógico, mais precisamente na confusão `moral-legal`, chamemos assim. Sem grande dialética, muitíssima apropriada à situação, pontuo aqui alguns causadores desta dubiedade freak quanto ao consumo de bebida alcóolica. É pra Heleninha e Renata (personagens de Renata Sorrah, em Vale Tudo e Bárbara Paz na Viver a Vida, respectivamente) alguma colocar defeito :
> Legalmente a venda e consumo de bebidas alcóolicas só pros `de maior` de 18 anos;> Comercial de cigarro não pode. Bebida sim, desde que respeitando algumas regras éticas, como além de não mostrar consumo, usar apenas modelos, figurantes e atores terem e aparentar mais de 25 anos (macroambiental que causou um mexe nas agências de modelos que foram obrigados a dar atenção a casting nesta faixa etária) e veicular entre as 21:30 e as 6h (mídia fique tranquilo, que ainda dá para pôr no último capítulo da novela 3);
> Em todas pode, a Devassa, nem tão devassa assim, não pode;> Mas a minha pulga maior, versão de Itú, é como que os modelos de 18 a 25, maiores e que podem consumir bebidas, não podem ganhar dinheiro atuando no segmento, mas uma bebida pode patrocinar eventos com foco em jovens, como o Planeta Atlântida, que leva patrocínio da Nova Schin e que tem um circulação imensa de menores. Muitos menores.
Fato é que uns com tanto outros com tão pouco...
Carinhas de gato e coração de leão: eu e Kiko, nas pick-ups da Ford 
> Você viu: o filme da CEF que veiculou nesta 2ªf, Dia do Índio?
> Bookmaker da semana: a culpa foi da CEEE ou da PMPA???
> Enquete da semana: o Vaticano têm equipe de gestão de crise?
#nowplaying Baby do Brasil
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Comentário é bão e eu gosto